LOBOS

Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes – aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem na alegria nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível

Herman Hesse

segunda-feira, 23 de março de 2026

SER # HUMANOS

 

 

 

 

10 MARÇO 2026

 ...em + de 3 min

RETALHOS/FRAGMENTOS/PEDAÇOS DOS OUTROS 

 

DE QUEM SENTE//A VIDA + SENTIDA

 


PROJECTO VIDA# VIVA//KRAXX26


 

«Este disco não obedece à lógica dos dois minutos - esta nova tendência que não sei se vem para ficar, porque existe outro mundo. Existe o mundo do tempo e da lentidão, que é muito humano. Nós sempre precisámos disso, e creio que precisaremos sempre. O que não quer dizer que não haja coisas maravilhosas em dois minutos. Mas a arte, e a música em particular, é uma porta aberta para outro universo. Tudo isto é fruto da nova realidade que são os streamings e as redes sociais, em que as pessoas estão permanentemente à espera do novo. A questão é que o novo fica velho muito rapidamente.» pedro abrunhosa 

 

Vivemos num tempo em que perguntamos constantemente às crianças:

“Que nota tiveste?”
“Foste o melhor?”
“Quantas perguntas acertaste?”

Mas raramente perguntamos:
“Foste gentil hoje?”
“Ajudaste alguém?”
“Trataste bem quem o outro?”

Ensinar uma criança a ler é importante.
Ensinar uma criança a fazer contas é importante.
Ensinar uma criança a competir também é importante, numa sociedade como a de hoje.
Mas ensinar uma criança a ser boa pessoa… isso muda o mundo. Ou, no mínimo, muda pequenos mundos.

Porque um génio pode construir máquinas incríveis ou descobrir a cura para uma doença. Mas só uma pessoa boa constrói pontes entre pessoas.António Lobo Antunes

 

TRABALHO EM EQUIPA!!!🙏🙏☀️☀️






vou correr para campos relvados verdes, onde persistem as memórias de dias que queremos que durem para sempre, carregados de ensinamentos e da sabedoria do nosso professor!! 

Os melhores dias da nossa vida são aqueles em que acordamos e decidimos amar e sentir o mundo que nos rodeia.Gustavo Soares (GUTA!)


 

 

COMO ESQUECER de Miguel Esteves Cardoso

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa, como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já não está lá?
As pessoas têm de morrer, os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece?
Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tente esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas!
É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou de coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso primeiro aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa, esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados, se tivessem apenas o peso que têm em si: isto é, se os livrássemos da carga que lhe damos, aceitando que não tem solução. Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença do que se padeceu. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembrança, na esperança de ele se cansar.
Porque é que é sempre nos momentos em que estamos mais cansados ou mais felizes que sentimos mais a falta das pessoas de quem amamos? O cansaço faz-nos precisar delas. Quando estamos assim, mais ninguém consegue tomar conta de nós.
O cansaço é uma coisa que só o amor compreende. A minha mãe. O meu amor. E a felicidade faz-nos sentir pena e culpa de não a podermos partilhar. É por estarmos de uma forma ou de outra sozinhos que a saudade é maior.
Mas o mais difícil de aceitar é que há lembranças e amores que necessitam do afastamento para poderem continuar. Afonso Lopes Vieira dizia que Portugal estava mal, que era preciso exilar-se para poder continuar a amar a Pátria dele. Deixar de vê-la para ter vontade de a ver. Ás vezes a presença do objecto amado provoca a interrupção do amor. E a complicação, o curto-circuito, o entaralamento, a contradição que está ali presente, ali, na cara do coração, impedindo-o de continuar.
As pessoas nunca deveriam morrer, nem deixarem de se amar, nem separar-se, nem esquecer-se, mas morrem e deixam e separam-se e esquecem-se. Custa aceitar que os mais velhos, que nos deram vida, tenham de dar a vida para poderem continuar vivos dentro de nós. Mas é preciso aceitar. É preciso aceitar. É preciso sofrer, dar urros, murros na mesa, não perceber. E aceitar. Se as pessoas amadas fossem imortais perderíamos o coração. Perderíamos a religiosidade, a paciência, a humanidade até.
Há uma presença interior, uma continuação em nós de quem desapareceu, que se ressente do confronto com a presença exterior. É por isso que nunca se deve voltar a um sítio onde se tenha sido feliz. Todas as cidades se tornam realmente feias, fisicamente piores, à medida que se enraízam e alindam na memória que guardamos delas no coração. Regressar é fazer mal ao que se guardou.

Uma saudade cuida-se. Nos casos mais tristes separa-se da pessoa que a causou. Continuar com ela, ou apenas vê-la pode desfazer e destruir a beleza do sentimento, as pessoas que se amam mas não se dão bem, só conseguem amar-se bem quando não se dão. Mas como esquecer? Como deixar acabar aquela dor? É preciso paciência. É preciso sofrer. É preciso aguentar.
Há grandeza no sofrimento. Sofrer é respeitar o tamanho que teve um amor. No meio do remoinho de erros que nos revolve as entranhas de raiva, do ressentimento, do rancor _ temos de encontrar a raiz daquela paixão, a razão original daquele amor.
As pessoas morrem, magoam-se, separam-se, fazem os maiores disparates com a maior das facilidades. Para esquecê-las é preciso chorá-las primeiro. Esta é uma verdade tão antiga que espanta reparar em como ainda temos esperanças de contorná-la. Nos uivos das mulheres nas praias da Nazaré não há “histeria” nem “ignorância” nem “fingimento”. Há a verdade que nós, os modernos, os tranquilizados, os cools, os cobardes, os armados em livres e independentes, os tanto-me-fazes, os anestesiados, temos medo de enfrentar.
Para esquecer uma pessoa não há vias rápidas, não há suplentes, não há calmantes, ilhas das Caraíbas, livros de poesia- só há lembrança, dor e lentidão, com uns breves intervalos pelo meio para retomar fôlego. Esta dor tem de ser aguentada e bem sofrida com paciência e fortaleza. Ir a correr para debaixo das saias de quem for é uma reacção natural, mas não serve de nada e faz pouco de nós próprios. A mágoa é um estado natural. Tem o seu tempo e o seu estilo. Tem até uma estranha beleza. Nós somos feitos para aguentar com ela.
Podemos arranjar as maneiras que quisermos de odiar quem amamos, de nos vingarmos delas, de nos pormos a milhas, de lhe pormos os cornos, de lhe compormos redondilhas, mas tudo isso não tem mal. Nem faz bem nenhum. Tudo isso conta como lembrança, tudo isso conta como uma saudade contrariada, enraivecida, embaraçada por Ter sido apanhada na via pública, como um bicho preto e feio, um parasita de coração, uma peste inexterminável barata esperneante: uma saudade de pernas para o ar.
O que é preciso é igualar a intensidade do amor a quem se ama e a quem se perdeu. Para esquecer é preciso dar algo em troca. Os grandes esquecimentos saem sempre caros. É preciso dar algo em troca. Os grandes esquecimentos saem sempre caros. É preciso dar tempo, dar dor, dar com a cabeça na parede, dar sangue, dar um pedacinho de carne (eu quero do lombo, mesmo por cima da tua anca de menina, se faz favor).
E mesmo assim, mesmo magoado, mesmo sofrendo, mesmo conseguindo guardar na alma o que os braços já não conseguem agarrar, mesmo esperando, mesmo aguentando como um homem, mesmo passando os dias vestida de preto, aos soluços, dobrada sobre a areia de Nazaré, mesmo com muita paciência e muita má vontade, mesmo assim é possível que não se consiga esquecer nem um bocadinho.
Quanto mais fácil amar e lembrar alguém – uma mãe, um filho, um grande amor – mais fácil deixar de ama-lo e esquece-lo.
Raio de sorte, ó lindeza, miséria suprema do amor. Pode esquecer-se quem nos vem à lembrança, aqueles de quem nos lembramos de vez em quando, com dor ou alegria, tanto faz, com tempo e paciência, aqueles que amamos com paciência, aqueles que amamos sinceramente, que partiram, que nos deixaram, vazios de mãos e cheios de saudades, esses doem-se e depois esquecem-se mais ou menos bem.
E quando alguém está sempre presente?
Quando é tarde. Quando já não se aguenta mais. Quando já é tarde para voltar atrás, percebe-se que há esquecimentos tão caros que nunca se podem pagar.
Como é que se pode esquecer o que só se consegue lembrar?
Aí está o sofrimento maior de todos. O luto verdadeiro.
Aí está a maior das felicidades.

 


....> QUANTAS ESCOLAS EXISTIRÃO NO MUNDO ?
....> QUAL O NÚMERO DE PROF´S E ALUNOS QUE AINDA 
CONSEGUEM SONHAR ?
 ...> QUANTOS ESPERAM ?
....> QUANTOS DESESPERAM?
....> QUAIS SÃO OS QUE CONSEGUEM PASSAR 
ENTRE AS PINGAS DA CHUVA?
... > E OS QUE RESISTEM AO PROCESSO DA MALDADE E DA VIOLÊNCIA? 
... > QUANTOS AINDA CONTINUAM A AMAR?
... > E os que não desistem (!) quais são(?).
Há muito muito tempo, talvez 55 anos. Fui servente de pedreiro
 e nesses dias de umas férias de VERÃO, 
consertava a casa dum senhor abastado  perto de um Pelourinho,
Esta história real passou-se numa cidade como qualquer cidade nossa conhecida. 
A habitação situa-se ainda hoje na rua do castelo.
No lado direito do corredor fundo, existia um espaço côncavo onde outrora esteve uma porta
com seis prateleiras-nessas prateleiras estavam primorosamente organizadas
 por datas mais de uma centena de caixas pequeninas.
 Claro que não resisti, os meus catorze anos de idade levaram-me
a meter  o nariz onde não era chamado.
  Sem o mestre João por perto e o dono da casa o João Espadanal. 
Abri uma das caixinhas e eis que estava  atafulhada de selos. 
Selos antigos e mais recentes. Outras tinham um, dois,,, estes os  raros, para mim desconhecidos.
Hoje há distância de  cinquenta anos , PERGUNTO:-Quem foi o sonhador que coleccionava
 selos e  primorosamente os tinha organizados por caixinhas>>caixinhas deliciosas.
 -O que nos leva à PAIXÃO?
 - Ou ao desespero?
 
Não sei quantas escolas existem no PLANETA, 
nem quem foi o colecionador de selos  perto do Pelourinho
 de Estremoz. .
 O que eu sei situa-se muito  perto da sensatez.
Juro que todas as pessoas que me rodeiam, que vejo nas televisões 
ou que oiço às gargalhadas nos canais radiofónicos...
TODAS! OU QUASE TODAS ANDARÃO MUITO PERTO DO DESESPERO.
-EXISTIRÁ FUTURO? SEM O SONHO E O SENTIMENTO DE COMUNIDADE (??).
 Aiiii>>>     

  A RAIVA DOS CANDIDATOS A CANDIDATOS A PARTIDOS E 
A "CLUBES de INTERESSE" DE MUITAS ESPÉCIES,,,PREOCUPAM, ACHO! ACHO NÃO...
TENHO A CERTEZA QUE NÃO EXISTIRÁ FUTURO (visão muito pessimista).
   SIMPLESMENTE PORQUE muitos destes nossos superiores DEIXARAM DE SONHAR 
e abdicaram  do espírito de servirem a comunidade que os elegeu,
 digladiam-se como cães a um mísero osso
- O PODER
 e os privilégios que este transporta. PORQUE FOI INVENTADA a GUERRA?
O QUE É MESMO IMPORTANTE E(...)VOLTAMOS A OUTRA REALIDADE A DE UMA ESCOLA 
ALGURES NO INTERIOR (QUASE DESERTO)DO PAÍS-PORTUGAL.
 
  Qual será o grau de intensidade para despertar as consciências da minha tribo (?).
E como o coleccionador de selos, fazê-los acreditar que é 
importante FAZER FAZER QUALQUER COISA...
com as nossas mãos e a consciência com o intuito de semearmos MEMÓRIAS.
  Eis o mundo ao contrário que vos prometo todos os dias , POR GESTOS!.
  Não tenho muita esperança que leiam o que escrevo, mas, nada disso me impede de ESCREVER.  
 Fiquem então com os registos desta longa viagem/2egunda NA SALA 23A E ARREDORES.
EU/Março do ano 26, séc.XXI


 

 

DIOGO CUNHA 

    MÚSICO e sonhador

FILHO DA 23A


 

 E em um dia aleatório depois da tempestade, seja ele ensolarado seja chuvoso , tu vais acordar , vais tomar o pequeno almoço, talvez bebas um café, talvez faças um chá e notarás que a vida continua, continua sem esperar por ti , continua e continua sem parar , e é nesse momento que tu vais perceber que a luz ao fundo do túnel só é visível se tiveres os olhos abertos e por isso abres os olhos , ficarás cego/a por momentos enquanto a tua visão se ajusta a tudo o que não está habituada , mas no final de tudo é melhor do que não ver nada , no final de tudo é melhor do que só viver na tempestade, a vida não espera por ti, portanto tu andas.
 

 
 



 


 


A VIAGEM DO AMOR


 








 









 





 

O RETORNO e as MEMÓRIAS


A malta de 22
 



 

TRIBO ESART

 



 

...INÊS VAZ # MARIANA DINIS # PEDRO OLIVEIRA # LEONOR FERREIRA,,,E SÔSA

-Madalena , vamos à 23A.

- Madalena , quero morar na 23A.

-Depois de vir  a esta sala, percebi que nunca estive em ARTES, afinal.

«AQUILO É OUTRO MUNDO» 

 

...os de 23! 

 



 

...o outro Amaro RESISTENTE

 


TRANSGRESSÕES
mãos...



UM DIA

UMA FESTA

Bom dia professor, antes demais peço imensa desculpa o atraso na reflexão.
Este segundo período foi mais fácil, provavelmente porque já aprendemos mais e já ganhámos mais prática. Apesar do comportamento às vezes não ser o melhor as suas aulas são das melhores, temos mais liberdade de nos expressarmos e usarmos o livre arbítrio. É também nas suas aulas que fazemos e temos as coisas mais aleatórias, ninguém imaginaria desenhar ao lado de galinhas, no entanto foi muito engraçado.
Madalena Alves 

 











 



 



 




O ESPANTA CORAÇÕES

 





...assalto ao PINGO DOCE











António(Luís VAZ) CAMÕES

EXPO


 


IMPRESSÕES.jpg








 




VIAGEM PARA A FÁBRICA

DA

(K)RIATIVIDADE/CASTELO BRANCO


 JÚLIO ESPADANAL//o regresso à cidade do CASTELO





 

A exposição Arcadian Devils, que passou pela Fábrica da Criatividade em Castelo Branco, é uma paragem numa viagem que começou em Almeirim. Uma pausa no caminho, como quem regressa a um lugar que sempre existiu dentro de si, mesmo antes de o conhecer. Este percurso acompanha o universo imaginário da banda desenhada — um território onde os velhos deuses nunca cederam espaço ao cristianismo nem ao panteão greco‑romano. Aqui, as divindades nascem da terra e do vento, movem-se na respiração das colheitas, habitam as sombras da floresta e o rumor da morte. São forças ancestrais, tão antigas quanto o primeiro gesto humano que tentou compreender o mundo.É uma realidade paralela onde procurei as raízes de um país que já foi chamado Ophiussa, terra onde se dizia que os Ofis(ou Ophis) veneravam uma deusa‑serpente. Um mundo de dramas mitológicos à superfície, mas onde cada personagem e cada percurso guarda um reflexo íntimo — ecos transformados da vida que vivi, como se a memória tivesse decidido vestir-se de lenda.Quando escrevi a primeira versão de Arcadian Devils, poucos eram os nomes de lugares. Ainda assim, Chamesk, Ivory Mountain e White Castle já surgiam — sombras ficcionadas da Chamusca, da Serra da Estrela e de Castelo Branco. Eram sementes de um mapa interior que começava a ganhar forma.Por isso, trazer esta exposição a Castelo Branco não é apenas cumprir um itinerário: é fechar um círculo que começou há 25 anos. É devolver o meu mundo de Ophiussa aos lugares e às pessoas que lhe deram origem. É um regresso às fontes, onde a ficção encontra a terra que a inspirou e, por um instante, ambas respiram ao mesmo ritmo. Agradecimentos »a minha mãe e pai, ao Fábio Powers e à Fábrica da Criatividade e à Câmara de Castelo Branco pela oportunidade. 





 









 A VIAGEM, DA APRENDIZAGEM.

SISTEMAS PADRONIZADOS


 

(figurativo//não - figurativo///movimento///reinterpretação de obras da arte contemporânea<detalhes>)

 

(...) 

ESTUDOS COMPOSITIVOS

SATIRICAL


  



 Árvore VIVA

projecto «LANDART» 

Senhor, por quem sois, Senhor?

Grito ledo de Amor

ArteÍvista, Artesão

A las arbores, meu Irmão!


Ancestrais Seres grandiosos

Puros, divinos, abençoados

Lar, abrigo, valiosos

Pela Fonte projetados

ArteÍvista, Artesão

A las arbores, meu Irmão!


Genoma, seiva, inocência

Vida, abrigo, eloquência

Alma-Mãe, plenitude

Núcleo, chão, magnitude

ArteÍvista, Artesão

A las arbores, meu Irmão!


Humanos nascemos

Sapiens nos dizemos

Néscia ilusão!

Fútil perdição.

ArteÍvista, Artesão

A las arbores, meu Irmão!


Sim, assim somos

Inconformados alguns 

Sedentos de mudança

Ativistas da esperança

ArteÍvista, Artesão

A las arbores, meu Irmão!

(Maria Helena Bispo) 

Processo de INVENÇÃO 

Vestir


 


Projecto volume-metamorfose e  (k)riatividade


Vamos então  embarcar numa viagem de EVOLUÇÃO-ARTE

Num papel branco amarrotado,com uma pincelada preta ou uma outra cor iremos viajar num CRUZEIRO DESTINO  PARAÍSO.





O MOSTRENGO do FIM DO MUNDO

 

O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,
E disse: «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo:
«El-Rei D. João Segundo!» 







 







COMPOSTURA
O MEU ANIMAL
ESTRUTURAS
ESPAÇO
VOLUME
COR
PROCESSO de INVENÇÃO 




 






 







ÁRVORES COM ROSTO da ALMA  

FORMA-FUNDO.
COMPOSIÇÃO:DOMINANTE LINHA DE CONTORNO DESTACANDO A  ÁRVORE E A MÁSCARA
.

ÁRVORES COM ROSTO da ALMA  


 

 




 
ANATOMIAS , BOM PORQUE SIM...
 

+




 


...construção de novas realidades cor 

SINCEROS AGRADECIMENTOS

-Direcção do Agrupamento Amato Lusitano. 

-Senhor e gerente António Cavaleiro-tintas CIN.

-José Pires, Presidente da junta de freguesia.

-K a  (K)riativa.

-Laras

-Professora Margarida Morgado (..não estando oficialmente na ESCOLA,  continua  a dar o corpo e a alma por ela.

-A todos os alunos que compreenderam e decifraram o que nos une e nos constrói como cidadãos e em defesa da LIBERDADE responsável.

- Professora Maria Helena Bispo, que nos reforça a MAGIA de irmos mais além.

--Funcionárias do corredor das vintes que nos limpam os espaços e nos mimam as almas.

-Ao António Camões, que nos trouxe beleza e cultura aos espaços expositivos.

-Aos dirigentes e queridos alunos da ERID, que nos reforçam as certezas que estamos a construir e reforçar, todas as quinta-feiras a CIDADANIA pela positiva e em PLENO.

A NÓS, QUE FAZEMOS DO ENTUSIASMO E DA "LOUCURA" de ainda amarmos, UM JARDIM NA PRIMAVERA.  


 

EM  2021 FOI ASSIM!!!


 

 






 EM 2026

Exmos. Senhores,

Venho por este meio apresentar o nosso projeto escolar, a desenvolver no âmbito da disciplina de Desenho A, com as turmas do 10º e 12º anos do Cursos de Artes, na Escola Secundária Amato Lusitano de Castelo Branco, e solicitar a possibilidade de contarmos com o apoio da vossa prestigiada empresa.
O projeto consiste numa grande instalação de exterior que implica o recurso a tintas, pelo que, a sua concretização depende de apoio a este nível. (ver anexo)
Em contrapartida, comprometemo-nos na divulgação da vossa marca ao longo do desenvolvimento do projeto e na exposição da instalação em causa.
Acreditamos que esta parceria será benéfica para ambas as partes, permitindo aos alunos uma experiência enriquecedora e, simultaneamente, a promoção da vossa marca, junto da comunidade escolar.

Agradecemos desde já, a atenção dispensada e colocamo-nos à disposição para qualquer esclarecimento adicional. 

Com os melhores cumprimentos,

o Professor
Álvaro Espadanal Ramos
 
 

Boa tarde, Sr.º Profº Álvaro Espadanal

 

Agradecemos o vosso contacto e a apresentação do projecto escolar em referência.

 

É com satisfação que manifestamos a nossa disponibilidade para apoiar esta iniciativa, a qual se enquadra na política de responsabilidade social da nossa empresa e no compromisso que mantemos com o desenvolvimento de projectos educativos junto da comunidade escolar.

 

António Cavaleiro
Chefe Vendas

Direção Comercial - Deco

CIN

 

SERÁ DESTA FORMA 

LANDART 

ABRAÇO-TE A ...E É PRECISO CONTINUARMOS A PINTAR AS PAREDES, PARA O SONHO NÃO SE PERDER.

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2026

 

O homem é um rio turvo. É preciso ser o mar para receber um rio turvo, sem tornar imundas as suas águas.

O homem é uma corda estendida entre o animal e o Além-Homem: uma corda sobre um abismo. Perigoso passar um abismo, perigoso seguir esse caminho, perigoso olhar para trás, perigoso temer e parar.

É tempo que o homem visualize um objetivo para si.
É tempo que o homem plante a semente de sua mais alta esperança.
Ainda é seu solo bastante rico. Mas um dia, pobre e avaro será ele, e, nele, já não poderá crescer nenhuma árvore elevada.

Eu vos digo: É necessário ter o caos em si para poder dar à luz uma estrela dançante. Eu vos digo: tendes ainda um caos dentro de vós.

Nada perderei perdendo a vida. Nada mais fui que um animal ao qual ensinaram a dançar à força de pancadas e magros alimentos.

A vida humana é sinistra e desprovida de sentido; basta um palhaço para lhe ser fatal.

Vim para separar muitas ovelhas do rebanho. Será preciso que o povo e o rebanho se irritem contra mim; Zaratustra quer que os pastores vejam nele um ladrão.

Uma águia descrevia grandes círculos no ar e trazia suspensa uma serpente, não como presa, mas como amiga, porque ela ia enroscada ao seu pescoço – são os meus animais! – disse Zaratustra, e o seu coração encheu-se de alegria.

 “Assim Falou Zaratustra”, do explosivo filósofo Friedrich Nietzsche 


(Desenho de Júlio Espadanal)


«LEMBRE-SE

O MAIOR PRESENTE QUE VOCÊ PODE DAR A ALGUÉM

É O SEU TEMPO

A SUA ATENÇÃO

O SEU AMOR

O SEU CARINHO

O SEU INTERESSE

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...FAÇA ISSO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS.»

 (O ser humano é estranho  ELTON JOHN)

MUDAMOS O MUNDO PARA MELHOR! 
 MO-TE ESCOLA//OBRIGADO.