LOBOS

Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes – aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem na alegria nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível

Herman Hesse

quarta-feira, 2 de junho de 2010

ESTES são os MEUS HERÓIS- Arcos Paisagens Humanas III




Quanto mais se acumulam os anos no sótão das minhas memórias,
mais antigos se tornam os do futuro.
Gosto de reviver os que já passaram, fazendo com que, deste modo, não sinta grandes saudades dos que ainda não vieram. Talvez venham, talvez nem venham...(impulsos)


OBRIGADO FÁTIMA!
GOSTO muito de Ti...um tributo!! 
para a "FAMÍLIA-PÉ-COXINHO "



Bárbara,Fátinhazinha,M armela, marido da Donana, João Pé-coxinho e a Figura marcante do panorama dos ARCOS na primeira metade do sec.xx DONANA, o colosso.
(Baptizado da Fátima )
12/10/1952


DONANA 0 COLOSSO
Testemunhos da FAMÍLIA ESTRELA

Quanto à história da Donana também não há muito a dizer. Pode ser que entretanto eles se lembrem de alguma coisa. Foi “puxado a ferros” e talvez por isso eu não tenha conseguido nada. Vamos esperar.

Dizia-se que a Donana teve 1 filha de 1 padre, casou com um tio da Antónia do Peças que era muito mais novo que ela, vivia confortavelmente (tinha criada), boa pessoa, falava com toda a gente, personalidade forte, dizia tudo na cara das pessoas, chamava “os bois pelo nome”, morava no largo dos Arcos-rossio, passava muito tempo a falar com as pessoas quando ia à loja do Fudrico.  Era gozada por ter bigode e respondia “o que está na praça não está na horta”. Morreu no dia em que eu nasci, 5 de Setembro de 1957.
 (FELISMINA XAREPE)

 
Grupo de ARCOS numa FESTA
1-Ângelo XAREPE, de chapéu (MARIDO da Natália do Estrela), 2-Inácio de BORBA, casaco com gola,?,?,?,?.
Fotografia cedida por ÂNGELO ESTRELA
...talvez anos 50??!

1953-O GRUPO das SORTES

Joana do Flosa (concertina), Inácio do Flosa Dta, Manél do Piléca, Zé cabacinho,
Joaquim Romão, Domingos do Eusébio, Silvério do Peseta, Joaquim Têmpero
Chico Aranha, Zé da Nucha, Chico das Pegas e Inácio do Mélguinhas em Frente à concertina.





Hoje dia 2 de JUNHO, abro uma nova frente. Estou triste sem saber porquê, (ou talvez saiba muito bem a origem deste meu sofrimento...), as lágrimas (,,,Choro, quando estou sobre pressão, uma forma do motor não rebentar, choro de alegria, na tristeza e também na despedida, é bom chorar por amor...) correm-me cara abaixo e molham o teclado do computador . Devia estar feliz por muitas razões, nenhuma delas me forçam a molhar a face com lágrimas salgadas da poesia dos tempos. O GUILHERME faz hoje 17 anos e é um filho maravilhoso. Bondoso, educado, delicado e muito bom aluno. O Júlio esteve por cá este fim- de- semana na Inauguração da EXPOSIÇÃO (2x4 PONTOS CARDEAIS) e também tem todas as qualidades que qualquer PAI deseja ver num descendente . Estou a chegar ao fim de mais um ano lectivo com resultados muito positivos. Consegui com os meus companheiros de trabalhos, (alunos) atingir todos os objectivos que projectei no inicio do ano para a minha actividade profissional e adoro esta profissão.
 Criei e realizei em tempo "relâmpago" em 4 meses-4 trabalhos para a referida exposição a qual me honrou ser convidado pelo Artista que é o PINTOR FRADE CORREIA.
Por todos estes motivos deveria estar estendido na rede do ÍNDIO a beber um refresco orgulhoso dos meus feitos nos meses transactos.
Mas não!!! Sou um eterno sofredor, inimigo de mim próprio. Um daqueles soldados de antigamente que continuavam a luta firmes, de baioneta em riste, mesmo que o inimigo já tivesse abandonado o campo de batalha. Um Don Quixote eternamente a lutar contra os moinhos de vento.





Estou triste de mais uma vez tudo ter terminado. Fico sempre com este estado de espírito quando encosto o "BARCO" e tenho que regressar à realidade. É desta forma errada que "COZINHO" a minha vida, pela entrega, paixão e emoção...depois na colheita dos frutos, vem a nostalgia e o sentimento de ausência. O que não é nada abonatório dos meus feitos, é assim que sou e será sempre assim que tenho que viver comigo. As Pérolas que a Fátima Borralho, me fez chegar, avivaram em mim recordações de conversas das longas noites de INVERNO. Conversas essas desligadas da minha realidade vivencial na altura que as ouvia a meus PAIS. Achei como acham todos os filhos, que os meus PAIS nunca tinham sido novos. Melhor dizendo. Olhar para as fotografias que povoavam as paredes da minha adolescência e juventude seria ver personagens de um filme distante, que, não tinham nada ou muito pouco a ver com a imagem que tinha na altura da Maria Luísa e do Grizéu meu pai.

"Os Nossos Pais nunca foram novos."

Como a vida nos ensina, pregando-nos partidas de esquina, em esquina. Hoje sou PAI dos meus filhos e também do meu PAI. Talvez não me sinta um Pai acima da média. Sou um PAI razoável, deixando sempre a supremacia para as mães dos meus filhos. Não é por comodismo, mas por insegurança. Uma resistência crónica a deixar a pele da juventude para trás e isso faz-me sentir que sou mais "irmão" e colega da vida dos meus filhos do que verdadeiramente um PAI em que eles se orgulhem.

Hoje, precisamente Hoje chegaram-me às mãos estas PÉROLAS. Com elas vieram as lágrimas. Porque só hoje consegui descortinar na minha mente que os nossos PAIS foram jovens como nós fomos, tiveram sonhos (menos ambiciosos, talvez) como nós. Hoje aceito essa realidade que recusei noutros tempos...simplesmente porque hoje olhando estes rostos de raparigas lindas sem maquilhagem. Homens bronzeados pelo duro trabalho à torreira do sol.
Já não sou o Jovem que pensava que ainda era. JOVENS são esses rostos que nos olham com um sentido de interrogação: -o que será feito de (vocês...) meus filhos ainda inexistentes daqui a 60 anos. Imaginariam eles que a vida mudaria assim tanto??! (NUNCA! nem lá perto) e que os filhos e os netos estariam com um nível de vida a anos luz de distância dos seus.
Claro que nada destes pensamentos povoavam o imaginário destes nossos antepassados aos quais devemos tanto. Tinham com toda a certeza pensamentos simples e cheios de GRATIDÃO por estarem vivos e integrados numa cultura nada complexa. Onde se cultivava o respeito e o espírito de GRUPO.
Foi por tudo isto que me correram as lágrimas pelo rosto abaixo e também por SAUDADE. Saudade sem fim de todas estas personagens.

Festas de Sto. António de Arcos 1950

Saudades de todos eles...até de meu PAI, que hoje é um dos meus filhos. Querido.

Mestre Táta, João Pé-coxinho (VIOLINO), Trompete o Chico Aranha,?,?-Baixo, Inácio do Melguinhas
Mestre Lúcio, Borbinha, no tambor o mestre Lúcio  (irmão do Zé do Cága, perna traçada), Filho do Espanta de acordeão e Néa.

Rancho da casa do Povo de Arcos



João Pé-coxinho-Zé do Cága-Mestre Jacinto- Bótalume
Secretário- Joana Bárbara mãe do "FARAGAITA"Bárbara do Paixão-Hilária- Mãe da Maria das Neves e Ana Pexóca. E penso que também uma da família do Silvério


Identifico à Esq. o meu pai de viola, o CÉLEBRE CANUDO do enterro do Entrudo no lado direito de manga curta e o João Pé-coxinho ao centro de chapéu os outros são com certeza muita gente que nos "construiu". Quase todos já desaparecidos, se alguém os conseguir identificar agradeço a informação.


Exposição do MUNDO PORTUGUÊS- LISBOA 1940




JOÃO PÉ-COXINHO-os ESPIGUINHAS-o VARANDINHAS- o VENÂNCIO e o CABACINHO
Anos 50
Matança

Carapau?, Tio Sapateiro, o famoso cego Cardoso da TIDURICA, descalço pormenor interessante, a Pobreza era uma realidade, ele sabia todos os segredos das mulheres (miúdo do lado direito) e Tia Vitalina linda e elegante-os outros não sei quem eram.
1953



Excursão à NAZARÉ



Excursão à Nazaré em 19 de Agosto de 1953 na Transportadora Setubalense
Táta, Fernando (motorista), João Pécoxinho, Caetano do Pisca, Joquim Zé do Paixão, Zé Maideia, Zé Amaro,
Pechoca, Militana Borbinha, Adelina Cabacinho, Antónia Borralho, Maria Joana Borbinha, Joaquim Lúcio Borralho
Joaquim d'Avó, Baineta, José Borbinha, José Lúcio, Joaquim Borbinha, José Cabaço, Mariano Raimundo



1954

Maria do Céu e Fátinha Borralho- Velha Banha e Maria Joaquina lapão no lado dto.
Foto de 1954/1955 


19 /02/1958
Dia do BACALHAU


Mestre Táta-Filho da Maria dos Santos o do CAFÉ AMARO-Caetano do Pisca-João Pecoxinho- SÓDÓ-
António do Paixão- e filho do CHICO-Céguinho.
O rapaz é o QUITO, o miúdo é uma incógnita 

1958

Grupo de Crianças no QUINTAL do João Pecuxinho



...não resisto a enviar-te estas duas fotografias que eu acho uma delicia.
Na do grupo está a Maria Rosa, Fátima, Antónia, Carmencita, Noémia, Ludovina e Maria Joaquina. Foi tirada no meu quintal que era o centro de todas as brincadeiras e será de 1958/59.(Fátima)
Continuamos a fazer HISTÓRIA, sobre a história dos tempos...colocamos nos lugares devidos as PEDRAS do XADREZ de uma vida breve, uma abençoada caminhada sobre este PLANETA FANTÁSTICO.
Estar aqui a rescrever a história de uma forma simples, com uma entrega sem limites. Contigo Fátima tudo se torna mais claro, foi sempre este o meu objectivo-"TRAZER" os nossos conterrâneos a contribuírem com a sua memória para o livro da" VIDA do ZARCOS". Quantos tesouros destes haverá por aí perdidos??!

Nesta outra foto tirada debaixo da nogueira está o Joaquim Lúcio (Quito), a Diamantina, a Antónia e a Fátima acompanhados do cão Liló e do borrego que não vivia o tempo suficiente para lhe darmos nome.
Festa de Sto.António
Fátima 1958


 O Sapateiro da Rua de Borba


Tio "Sapatêro", tia Vitalina, Bilho, Tio Réla,Eva, Ti Hilário que trabalhava na adega da quinta de Dona Maria,
Sebastião, Graciete, Ti Paula, Ti Gatêro. Penso que os gaiatos seriam o Angélico e o Inácio.

Reunião da família "SAPATÊRO" na rua de Borba onde nos anos 60 viviam a minha tia e o meu tio "SAPATÊRO". Lembro-me quando era muito novo de o tratarem pelo "sapateiro da rua de BORBA."
Fui uma vez com ele aos Gambozinos, com um saco. Só apanhei, um grande susto. Os homens formavam-se para o mundo pelo medo e por iniciações como ainda hoje o fazem algumas tribos AFRICANAS. Ir aos Gambozinos ou à electricidade em pó eram dois desses RITUAIS de perda da inocência.

 Festa de S. Mateus - Elvas 22 de Setembro de 1963
Esta era uma FESTA de CULTO, todas ou quase todas as famílias das variadas vilas, aldeias ou freguesias, levavam o farnel no meio de Setembro para a FESTA de S.Mateus.
 Estão bem frescos na minha memória a partida e a chegada do S. Mateus. Carros puxados por mulas, burros e outras bestas. Decorados de flores e outros arranjos levavam as pessoas da minha terra para a grande CIDADE, Elvas, lá no fim da província Alentejana. Tive oportunidade de fazer essa viagem com o meu vizinho Rato (Joaquim António Bravo). Era uma festa de Família e de permanente convívio. A imagem de marca que me ficou no pensamento, além das viagens divertidas, do cansaço de dormir sobre terra dura em tendas improvisadas na MATA da PIEDADE. Eram os cantares em desgarrada do pessoal de CAMPO-MAIOR. As SAIAS de CAMPO-MAIOR ouviam-se toda a semana a partir do fim da tarde, os jantares em grupo também eram uma imagem de marca daqueles tempos. O regresso do S.MATEUS era também uma festa dentro da festa que tinha terminado na terça-feira. Aqueles que não tinham ido ao S. Mateus, posicionavam-se na FONTE-das-Bicas à espera do grande desfile da chegada. Brindo-os com esta magnífica foto de GRUPO.

Anos 60 SESSENTA


...hoje dia 15 de Junho, chegou ao meu computador, mais um retalho do que foi a nossa história no início dos anos 60. São mais umas fotos fantásticas e únicas, penso eu no panorama das "PAISAGENS HUMANAS" da nossa freguesia. Fotos essas que existem felizmente e que se tornaram dinâmicas ao abandonarem as páginas de um velho ÁLBUM. Tenho a certeza que estamos todos gratos à FÁTIMA BORRALHO, por nos presentear com o seu humanismo e ESPÍRITO de partilha com todas estas fotos, que irão surpreender muita gente. OBRIGADO novamente por colaborares neste riquíssimo "empreendimento" cultural.
 Então BOM PROVEITO.



FERROS ( Germano, Manél QUIM, Leca)

Ludovina Ferro, Aldina, Marianita, Fátima Borralho, Paulina do Melguinhas, Antónia do Baioneta e Fátima.

1963
A foto do ARCO-ÍRIS 
Esta outra das raridades, uma imagem Histórica...o Rossio dos Arcos ainda com o MURO em volta.
 Marianita-Paulina-Fátima-Adília Parente, Manel Cabacinho filho do Néa e como fundo um Arco-íris, testemunho da beleza da MÃE-Natureza


Podemos também observar duas árvores solitárias ,que, penso serem pinheiros. 
Esta foto foi tirada em frente à casa do Aníbal Gato do lado oposto ao tanque das mulheres, que já estava construído como se poderá ver ao fundo do lado direito da foto.

1960
Construção da CASA do POVO


Mais um cenário Feliz
Fátima Coxixo, Maria das Neves, Ana Maria do SÓDÓ
(Degrau) Lino da Orada, João Pécoxinho, Joaquim Maria da Orada
(Cima) Manelico, VeVelho Gato, Tio Domingos da Lárinda Tio Cartólas pai do QUITO e velho ESPANTA. O míudo permanece uma incógnita


22/Set.1963
S. Mateus-Elvas


José Maideia, Guiomar Cabacinho (Chapéu branco), Pai da Guiomar  Joaquim da machada,a mãe Josefa.
João da Machada, mulher Ana Maria e filhaHelena.
Fátima Borralho. Mestre Lúcio, Mulher Adelina e filha Antónia.
Joaquim Lúcio, o GRANDE e simpático QUITO o PADEIRO
1964

Festas de Estremoz-Setembro de 1964

 
Festas de Estremoz-Setembro de 1964
Cortejo Etnográfico
Recortes do Século Ilustrado
Persongens:
Táta, João Pécoxinho, Bitónha, ?, Ferrobico, Joaquina, Maria Luzia e ?
 1965
Bajéca, Perinha,Zeca, ?, Virgolino, Dinis, ?, Adelino
Joaquina Romão, Fátima, Lídia dos Peças, Maria do Céu

1965




1968
Baile na casa do POVO com a orquestra ARCOENSE
 
Varandinhas, Mestre Táta, Angélico Têmpero e João Pécuxinho



Dia da Espiga caminho da Glória


Madalena, Silvina e Fátima


1969
Festas Religiosas de São Sebastião 

1970
Alunas do curso de Costura e bordados na CASA do POVO


Barradas (mãe, filha e neto), Dalginja ou Adalgisa do Belo, Ludovina , Fátima B., Marianita, Leonor, Maria Inácia, Fátima Galrito (?), Maria Inácia, Hilária, irmã do Custódio, irmã do Solda, a filha mais nova do arrobas da rua de Borba? e Bia Aurora. 

1972

Óscar Gato-Pedro Vendas e Avó Gateira


1969

Família GATÊRO


Ti Lárinda, Angélico,Marta Célia, Ventura Cantante, Ti Vitalina, Ti João, Ti Ventura.
Em Baixo- Fernando Armário, filho da Êta, Grizéu, Filho da êta e Ti Domingos
1973
(FOTOS do espólio de Fernando Armário)
O meu SAUDOSO tio João Gatêro (esq.) que fumava Sintra e inventava muitas histórias, quase todas fantasia, (Ele esteve em todos os locais do MUNDO, quando algum forasteiro chegava de uma viagem por terras de África ou EUROPA. O Tio fazia a descrição exacta desses locais dizendo que os conhecia por ter lá estado) todos que o ouviam acreditavam, assim como o FORASTEIRO. Grande e convivente "PANTOMINEIRO o meu TIO-JOÃO". Foi um homem que trabalhou muitos anos na CUF do Lavradio. Arranjou muitos empregos para jovens da terra. Era de certa forma um homem especial e com algum estatuto. Grande comunicador e também um grande conquistador de mulheres pelas terras do BARREIRO e não só; já velhote e a viver nos Arcos, pagava anúncios nos jornais da época à procura de companheira. Apareceram várias senhoras  pelos Arcos, mas, pouco tempo ficaram, o anúncio Romântico que tinham lido, não se identificava com a personagem que as recebia na chegada do Autocarro. Era um homem diferente, acabou os dias com a Dona Irene, uma modelo das grandes casas de costura do Chiado em Lisboa. Conheci muito bem a parte final da vida do meu tio Gatêro. Estava em  casa da sua filha Orquídea quando ele ficou dependente. As suas filhas Orquídea,. Milú e Êta, quando visitavam os Arcos pela Páscoa, traziam com elas Alegria, Jovialidade e Beleza-eram as belas filhas do Gatêro.Ao centro a minha avó Gatêra, no lado direito o meu tio DOMINGOS, pedreiro de profissão e amante dos copos.



E agora a rapaziada das SORTES do ano de 1970
Dálsença-Armindo Secretário-? (BAIXO)
Cedo-Lola-Bizarra- Leca do Parente-Varelas? (CENTRO)
Tarzan?-Germano?-João Picão-(CIMA)
Agradeço a ajuda do Armindo ou de outro dos presentes desta foto para identificar com rigor as personagens destas inspecções.




SAUDADE
Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar

Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz

E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor

E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz 

Um AGRADECIMENTO PROFUNDO e SINCERO à FÁTIMA BORRALHO (Pécuxinho) 

1 comentário:

  1. ...sigo, sempre que me é possível, o que o meu amigo vai acrescentando nesta e naquela página...como já referi noutros comentários, é sempre uma agradável surpresa ler o que lhe sai das suas memórias ou do seu sentir...
    Este desenrolar de recordações sobre a sua infância trouxe-me à memória a minha própria meninice e como algumas pessoas a marcaram de tal forma, positivamente ou negativamente, que permanecem vivas dentro de mim...
    Convido-o a visitar o site de São Vicente da Beira onde poderá "visitar" as suas gentes, costumes e tradições e ainda monumentos interessantes que fazem daquela vila um sítio de grande riqueza histórica e arquitectónica...
    Muito obrigado...

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